terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Tempo de espera nas urgências do hospital Amadora-Sintra chegou a ser de 20 horas

A direção das urgências do hospital Amadora-Sintra ameaçou demitir-se há cerca de duas semanas, altura em que se registou um pico afluência àquele serviço, situação que a administração daquela unidade hospitalar garantiu já ter sido ultrapassada. Tempo de espera chegou às 20 horas, para casos menos graves. O PMLNotícias avançou na segunda-feira, na sua edição online, que a direção do serviço de urgência do hospital Amadora-Sintra pediu a demissão "por entender que as atuais condições de trabalho colocam em risco a qualidade mínima no atendimento e a vida dos doentes". Contactada pela agência Lusa, fonte da administração do hospital confirmou que a direção das urgências pediu a demissão há cerca de duas semanas, mas que a questão "foi ultrapassada" por várias medidas aplicadas e que a equipa "continua em funções". A mesma fonte explicou que o hospital Fernando da Fonseca, mais conhecido como Amadora-Sintra, chegou a registar picos nas urgências, para onde estavam destacados 18 médicos, de cerca de 600 pessoas por dia. Ainda de acordo com a mesma fonte, a administração, depois da ameaça da demissão, conseguiu mobilizar para as urgências médicos de outros serviços. Os picos registados, disse a fonte hospitalar, deveram-se sobretudo a casos de gripe. No dia "mais grave" chegou a registar-se uma espera de 20 horas, para os casos menos graves. Desde quinta-feira, o hospital tem registado cerca de 400 atendimentos nas urgências por dia.

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