Em resposta às denuncias de muitas complicações em varios serviços de urgência, sem meios para responder a tantas visitas por causa da gripe, o Ministério da Saúde admite o aumento da procura mas diz que até agora nenhum hospital deu sinal de ruptura. Os sindicatos e a Ordem dos Médicos alertam para a ruptura dos serviços de urgência dos hospitais . Em causa está o aumento dos casos de gripe que fez disparar a procura, uma situação que também se verifica nos centros de saúde. Medicos e utentes dizem que as unidades não tem capacidade de resposta por causa dos cortes na area da saúde e que as urgencias estão agora como há 20 anos. Tempos de espera em urgência que podem atingir as 10 horas e macas nos corredores a aguardar cama para internamento são dois dos sinais apontados para descrever a ruptura dio serviço de urgência. Os sindicatos dizem que na base deste cenário está a falta de profissionais de saúde associado a um aumento dos caos de gripe que levou mais gente aos hospitais. O presidente da Federação dos Médicos denuncia que as equipas são diminutas e que, por isso, os tempos de espera nas urgências são excessivos. Um cenário que segundo Mário Jorge Neves, remete para há 20 anos atrás e que pode agravar-se se continuarem a aumentar os casos de gripe.
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