O secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, lembrou que o Governo já emitiu, "por várias vezes", recomendações para que os portugueses deixassem o país. As duas dezenas de portugueses residentes na República Centro-Africana, onde reina a instabilidade após os violentos confrontos entre milícias muçulmanas e cristãs, estão esta sexta-feira "fora de perigo" e ainda não pediram para deixar o país.
O cônsul honorário em Bangui, José Pereira de Sousa, garantiu que "nenhum dos portugueses está em perigo" ou pediu para abandonar a República Centro-Africana.
Já o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, salientou que o governo já emitiu, "por várias vezes", recomendações para que os portugueses deixassem o país. Nas últimas horas, o presidente interino, Michel Djotodia - acusado pela comunidade internacional de não conseguir pôr fim à violência, que causou mais de mil mortes em dezembro -, e o primeiro-ministro, Nicolas Tiangaye, apresentaram a demissão, a que seguiram efusivos festejos nas ruas.
Já o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, salientou que o governo já emitiu, "por várias vezes", recomendações para que os portugueses deixassem o país. Nas últimas horas, o presidente interino, Michel Djotodia - acusado pela comunidade internacional de não conseguir pôr fim à violência, que causou mais de mil mortes em dezembro -, e o primeiro-ministro, Nicolas Tiangaye, apresentaram a demissão, a que seguiram efusivos festejos nas ruas.
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