«Só no IPO do Porto, nos últimos dois anos, há menos 90 profissionais a trabalhar e a sangria de recursos deverá continuar. Administradores queixam-se de 'enormes dificuldades' em contratar.» «Um doente com suspeita de patologia oncológica esperou seis meses pela marcação de uma primeira consulta de urologia no Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra.» «Na resposta, o presidente do IPO Coimbra, Manuel António Silva, disse desconhecer o caso mas admitiu que `há possibilidade de acontecer´, lembrando que, no ano passado, a unidade perdeu dois médicos por morte e cerca de duas dezenas de profissionais para a reforma ou saídas voluntárias, que não têm sido repostos», escreve o JN.
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