terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Conselho de Jurisdição do PSD abre porta de saída a António Capuch
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Passos paga 25 mil € a empresa para atender telefones
Primeiro-ministro invoca «ausência de recursos próprios» apesar de dispor de 10 secretárias e 21 administrativos na residência oficial.
O primeiro-ministro terá contratado os serviços de uma empresa privada para cobrir as necessidades da residência oficial em termos de atendimento telefónico, num contrato que orçará os 25,1 mil euros. Pedro Passos Coelho invoca «ausência de recursos próprios» para recorrer ao regime de «outsourcing» apesar de dispor de 10 secretárias e 21 funcionários administrativos na residência oficial. A notícia faz manchete na edição desta segunda-feira do jornal «i», com o jornal a acrescentar que o contrato com a empresa We Promote -Outsourcing e Serviços, Lda. foi celebrado com base na alegação de «ausência de recursos próprios» para dar resposta a esta necessidade. O jornal refere que, apesar de assinado a 6 de dezembro de 2013, o contrato só foi publicado a 5 de fevereiro deste ano no portal Base dos contratos públicos. O mesmo documento aponta como missão dos funcionários da empresa «designadamente as funções de atendimento telefónico, gestão, registo e encaminhamento de chamadas». O «i» recorda também que este é o quinto contrato celebrado, desde 2011, com a empresa em causa, tanto pelo gabinete do primeiro-ministro, como pela secretaria-geral da Presidência do Conselho de Ministros. O que perfaz um montante total de 95 mil euros.
«Tribunais apenas conseguem cobrar 7,6% de dívidas das empresas» - Diiário de Notícias
«Na maioriados casos o devedor não paga por falta de património. Mas há situações em que os empresários fazem vendas fictícias ou doações dos seus bens a familiares para evitar cobranças».
«Em mais de 90% dos casos de dívidas de empresas, confirmadas em tribunal no decorrer de processos de insolvência, os credores não chegam a ver a cor do dinheiro. Na maioria dos casos o devedor não pagapor falta de património, mas há também situações de máfé em que são feitas vendas fictícias para esconder bens.»
Três feridos em colisão de viaturas com árvore caída
Lucros da Galp caem quase 14% em 2013
Mau tempo em Lisboa desvia três voos da easyJet para Faro
Coreia do Norte volta atrás em convite a enviado dos EUA
Segurança Social Perder 350 mil contribuintes e ter de pagar mais 95% em pensões
Nos últimos cinco anos, o número de trabalhadores a descontar para a Segurança Social (SS) diminuiu de 3,2 para 2,9 milhões. Segundo o Jornal de Notícias (JN), a esta perda de quase 350 mil contribuintes soma-se um aumento de pensionistas e desempregados no país, mais 180 mil e 351 mil do que em 2008, respetivamente.
No final de 2013, Portugal tinha 2.934,231 contribuintes e 5.113,371 de subsídios e pensões a cargo da Segurança Social (SS), o correspondente a cerca de quatro milhões de pensionistas e subsidiários.
Mau tempo: Condições atmosféricas causaram transtornos em todo o país
As adversas condições atmosféricas que se fazem sentir hoje obrigaram ao adiamento do derbi Benfica-Sporting, encerraram vias de circulação rodoviária e ferroviária, suspenderam a navegação fluvial no estuário do Tejo, alteraram voos e causaram danos materiais. A Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) registou entre as 09:00 e as 22:00 de hoje, 1.230 ocorrências devido ao mau tempo, a maioria quedas de árvores e de estruturas metálicas, estando no terreno 4.639 operacionais apoiados por 1.608 veículos. A queda de uma árvore de grande porte na linha da Beira Alta, em Santa Comba Dão, levou à interrupção da circulação ferroviária, que deverá ser reposta pelas 02:00. Em Camarate, no concelho de Loures, uma das paredes de uma escola ruiu, e em Sintra, os acessos à serra foram cortados e a estrada da frente marítima, na Praia Grande, foi encerrada ao tráfego. No Porto a marginal na zona da Foz foi encerrada ao trânsito, às 18:00, por razões de segurança. Três pessoas ficaram feridas, uma das quais com gravidade, na colisão de duas viaturas com uma árvore de grande porte caída na estrada, na Marinha Grande, informaram os bombeiros locais. Do primeiro veículo resultaram dois feridos - o condutor e o passageiro, este último em estado grave - e do segundo carro o outro ferido ligeiro. «As vítimas foram transportadas para o Centro Hospitalar de Leiria», explicou Vítor Graça, adiantando que no local estiveram 17 elementos apoiados por cinco viaturas dos Bombeiros da Marinha Grande, uma viatura médica de emergência e reanimação do Instituto Nacional d Emergência Médica e a GNR. Os distritos mais afetados pelo mau tempo foram Lisboa, Setúbal e Coimbra, segundo a Proteção Civil. Em Setúbal o mau tempo provocou cerca de 200 ocorrências, entre as 15:00 e as 21:00, sobretudo quedas de árvores e de estruturas, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros. Em Lisboa, o dérbi Benfica-Sporting foi adiado para terça-feira, por razões de segurança, devido à queda de detritos da cobertura, que deixou impraticável o relvado do Estádio da Luz. No aeroporto da Portela, entre os 435 voos previstos para hoje, dez sofreram alterações, cinco não levantaram voo, quatro divergiram para o aeroporto de Faro e um para o de Madrid. Nos Açores, dois voos da SATA, provenientes de Ponta Delgada, com destino a Lisboa foram cancelados. O tráfego fluvial no estuário do rio Tejo «está suspenso» e a circulação ferroviária na Ponte 25 de abril foi interrompida, tendo sido retomada de forma condicionada ao meio da noite, com a circulação de uma composição apenas na ponte, que serve as linhas de Setúbal e do Algarve. Os passageiros dos comboios do Alentejo tiveram de fazer transbordo no Pragal, em Almada, e seguir de autocarro para Lisboa, disse fonte da CP à Lusa. O trânsito no tabuleiro da ponte 25 de Abril continua condicionado, estando interdito a motociclos, veículos com capota de lona e a viaturas pesadas, devido à intensidade do vento. A circulação faz-se apenas em duas faixas - norte/sul e sul/norte -, disse fonte da PSP. Nove barras marítimas estiveram hoje fechadas à navegação devido ao mau tempo, duas outras "condicionadas", de acordo com a página da Marinha Portuguesa na internet. Caminha, Vila Praia de Âncora, Esposende, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Douro, Aveiro, Figueira da Foz e S. Martinho do Porto foram as barras que fecharam à navegação. A Proteção Civil mantém o alerta laranja, o segundo mais grave, em todo o território, enquanto o Instituto Português do Mar e Atmosfera colocou em aviso vermelho, o mais elevado, todos os distritos do litoral continental devido à forte agitação marítima.