quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Espírito Santo Saúde estreia-se em bolsa sem grande entusiasmo (act)
As acções da Espírito Santo Saúde estrearam-se em bolsa com uma variação pouco definida, oscilando entre ganhos e perdas. Depois da primeira hora de negociação, os títulos seguem em queda ligeira.
Os investidores compraram 49% da Espírito Santo Saúde (ES Saúde) a 3,20 euros por título, o que corresponde ao valor mais baixo do intervalo definido inicialmente pela empresa na oferta pública de venda (OPV).
Esta quarta-feira, 12 de Fevereiro, as acções estrearam-se en bolsa, mas sem entusiasmo. A primeira cotação foi fixada precisamente nos 3,20 euros a que as acções foram vendidas na OPV. Os títulos seguem a perder 0,31% para 3,19 euros, tendo já oscilado entre um ganho de 1,25% e uma perda de 0,94%.
Por volta das 9h00 tinham trocado de mãos cerca de 3% das acções que foram colocadas em bolsa. Foram negociadas 1,66 milhões de títulos da ESS. No primeiro mês de cotação o Credit Suisse pode realizar operações de estabilização das acções, o que poderá suportar os titulos quando estes negoceiam abaixo de 3,20 euros.
A ESS entrou em bolsa com 2.800 accionistas, segundo a informação divulgada pela empresa na última sexta-feira. Este número de accionistas compara com os 25 mil conseguidos pelos CTT (a última OPV realizada em Portugal) e com os quase 195 mil da REN e 131,9 mil da Galp Energia.
Os resultados da OPV revelaram que a procura total pelo público geral por acções da ES Saúde foi de 105,1% a oferta. Já os trabalhadores garantiram, no final da operação, 100% da oferta que ficou destinado para este segmento. Contudo, no início estava reservado para os trabalhadores quase 3,3 milhões de acções e no final foram atribuídas apenas 502,16 mil acções. No total, a procura foi de 104,9% a oferta.
O público em geral subscreveu 9.363.140 acções, garantindo um encaixe de 29,96 milhões de euros. Os investidores institucionais compraram 37.452.564 acções, o que traduz um encaixe de 119,8 milhões de euros. No total a operação gerou um encaixe de 149,8 milhões de euros, sendo que 22,5 milhões de euros serão para a própria ES Saúde e o restante para os accionistas vendedores.
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